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LENDAS GAÚCHAS
LENDAS RIOGRANDINAS
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Lendas Gaúchas | Lendas Riograndinas
As lendas gaúchas foram pesquisadas por vários folcloristas. Coletaram grandes acervos orais e os registraram de forma escrita. Os mais importantes deles: Apolinário Porto Alegre, Simões Lopes Neto, Augusto Meyer, Barbosa Lessa e Antônio Augusto Fagundes As lendas gaúchas podem ser classificadas como: Lendas Indígenas: são as mais remotas no tempo, de quando o índio vivia no Rio Grande do Sul sem a presença e convivência com o homem branco. O exemplo mais conhecido é a Lenda do Boitatá. Lendas Missioneiras: revelam o romance missioneiro, baseado em episódio histórico e na conversão do índio à fé cristã. Lendas Etiológicas: confundem-se, muitas vezes, com os mitos, pois têm a intenção de explicar a origem e o porquê das coisas. A lenda da Erva-mate, por exemplo, apresenta o caráter mágico de uma árvore característica do Estado. Lendas Geográficas: aquelas que explicam nome de lugares ou acidentes geográficos. Um exemplo é a lenda da Mãe Preta ("quem beber água desta fonte, mais cedo ou mais tarde, voltará a terra passo-fundense), que explica a formação do Arrio Lavapés, origem da fonte que existe ainda hoje na cidade de Passo Fundo. Lendas Gaúchas | Lendas Riograndinas
No caso das lendas da cidade de Rio Grande, estas não tinham ainda sido escritas. Ou se foram escritas, não foram divulgadas. Fomos os pioneiros nisso. Das lendas encontradas por nós duas são de caráter histórico - a História foi aumentada, dando um caráter sobrenatural (Padre morto na Tamandaré) ou heróico (Revolta dos Dragões). Já as outras três são extremamente ligadas ao sobrenatural - fantasmas, lobisomens -, sendo na maioria dos casos obra de alguém querendo assustar aos outros. |